workshopA Roda do Ano Celta, Sabbats e Esbats, festividades e celebrações.

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Donativo Consciente

A Roda do Ano Celta,

Simboliza para os pagãos e principalmente para os Celtas  a celebração do calendário solar.
São chamados os festivais Druidas.
Os Celtas viam o tempo de forma circular em vez de linear. Seus calendários levavam em conta o ciclo solar e o ciclo lunar.
Na tradição Celta, os ciclos Solares ocorrem oito vezes ao ano, levando-se em conta a posição da Terra com relação ao Sol: Equinócios e Solstícios. Estes ciclos representam os Sabbats.

Os Celtas também comemoram o ciclo Lunar, que representam os Esbats.
Os Esbats correspondem as 13 Luas Cheias de um ano lunar.
Estas Luas são comemoradas de acordo com o seu significado, energia, vibração.

Estes festivais são comemorados na Academia Florescerdoser.
Acompanha-nos nas redes sociais e fica a saber as datas destes encontros.

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Donativo consciente

Descrição

Hórario
Sextas - Feiras
Das 20h30 às 23h00
Calendarização
Samhain - 31 Outubro

Calendarização
Yule - 21 ou 22 de Dezembro - Solstício de Inverno

Calendarização
Imbolc - 1 ou 2 de Fevereiro

Calendarização
Ostara - 21 ou 22 de Março - Equinócio da Primavera
Calendarização
Beltane - 30 Abril ou 1 de Maio

Calendarização
Litha - 21 ou 22 de Junho - Solstício de Verão

Calendarização
Lammas - 1 ou 2 de Agosto

Calendarização
Mabon - 21 ou 22 de Setembro - Equinócio de Outono
Modelo presencial e online
Modelo presencial

Vagas limitadas
10 participantes
Modalidade
Online e Presencial

Florescerdoser - Roda do Ano Celta Roda do Ano Celta,
Sabbats e Esbats

Vem festejar na Academia Florescerdoser
Os 8 Festivais da Roda do Ano Celta

Na Academia Florescerdoser festejamos a Roda do Ano Celta, através de encontros de celebração da vida.

Nestes encontros partilhamos essencialmente conhecimentos, cura, alegria, afetos… 

São encontros de;

  • Dança, musica e movimento.
  • Conhecimento
  • Partilha de abundância e afetos.
  • Exercícios de cura, autoconhecimento e tomada de consciência.

A Roda do Ano Celta,

A roda do Ano Celta simboliza para os pagãos e principalmente para os Celtas  a celebração do calendário solar.
São chamados os festivais Druidas.
Os Celtas viam o tempo de forma circular em vez de linear. Seus calendários levavam em conta o ciclo solar e o ciclo lunar.
Na tradição Celta, os ciclos Solares ocorrem oito vezes ao ano, levando-se em conta a posição da Terra com relação ao Sol: Equinócios e Solstícios. Estes ciclos representam os Sabbats.

Os Celtas também comemoram o ciclo Lunar, que representam os Esbats.
Os Esbats correspondem as 13 Luas Cheias de um ano lunar.
Estas Luas são comemoradas de acordo com o seu significado, energia, vibração.

Estes festivais são comemorados na Academia Florescerdoser.

Festivais Celtas

Estes festivais Celtas têm como objetivo a celebração dos vários ciclos da vida, das estações do ano, do Planeta, da Terra e do Universo.
São festivais solares porque representam o ciclo solar durante o ano.

O primeiro festival começa com o Samhain, representa o inicio do ano Celta e corresponde ao solstício de Inverno.

Samhain significa “Sem Sol” ou fim de Verão.

Assim ao longo do ano iremos estar reunidos a celebrar e a dançar a vida.

4 Sabbats  Maiores

Samhain – 31 Outubro

Imbolc – 1 ou 2 de Fevereiro

Beltane – 30 Abril ou 1 de Maio

Lammas – 1 ou 2  de Agosto

4 Sabbats menores

Yule – 21 ou 22 de Dezembro – Solstício de Inverno

Ostara – 21 ou 22 de Março – Equinócio da Primavera

Litha – 21 ou 22 de Junho – Solstício de Verão

Mabon – 21 ou 22 de Setembro – Equinócio de Outono

Contamos contigo.

Segue-nos nas redes sociais e fica atento as datas dos eventos.

Samhain 

O Samhain é uma das 8 celebrações da roda do ano celta,

Vivenciar o Samhain num círculo de mulheres é entrar numa dimensão onde o passado e o presente do nosso feminino é vivenciado numa  dança sagrada de mistérios e descobertas. 

Pessoalmente este tempo sempre me tocou bastante. 

Descer ao útero da grande Mãe Divina e ser acolhida e guiada pela mão da Deusa Ategina, é fazer uma jornada ao encontro das sombras, do desconhecido e do poder da ancestralidade. 

Criar e fazer o caminho no labirinto ao encontro do outro lado do véu e ouvir as vozes e mensagens da sabedoria ancestral,  é a magia da descoberta da imortalidade.

Ajudar na cura da Mãe Terra, criando um altar na natureza, ofertando, dançando e partilhando dádivas é poder ser una com uma verdade esquecida.

Ajudar a criar e abrir portais de passagem para entidades perdidas no apego do seu passado é contribuir para o equilíbrio do sistema e o reconhecimento do legado deixado por quem partiu. 

É uma tarefa para mulheres sacerdotisas ao serviço da Deusa. 

Cear com a ancestralidade é um regresso ao doce crepitar da lareira, dos sabores da cozinha das avós, do vinho das vinhas sagradas e das conversas aquecidas pelo fogo das experiências de quem vem antes de nós. 

É ser Deusa Hestia por uma noite. 

Fazer a viagem até ao jardim das hesperides é conhecer o caminho ao encontro do barqueiro de Ategina, ao paraíso do jardim das maçãs de ouro e ao abraço da guardiã sagrada do rio da morte. 

É tomar consciência, que o fim é sempre o início de mais uma etapa na evolução do Ser, É voltar a ser uno com o todo. 

É vir do útero da  Mãe Divina para regressar de novo ao seu útero cósmico. 

Viver o Samhain é ter a oportunidade de fazer a preparação para entrar no inverno, no subconsciente, nas sombras e iniciar mais um processo de morte e transformação para um renascer na próxima primavera. 

Mariette Capinha 

Samhain - 31 Outubro

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Yule

O Yule é uma das 8 celebrações da roda do ano celta,

Yule chega com o solstício de Inverno no dia 21 de Dezembro e estende-se por Janeiro adentro.
Yule é considerada para a cultura Celta a primeira celebração da roda do ano.
É tempo de recolhimento, mas também de partilha da nossa abundância gerada ao longo do último ano, ao longo da vida.
É tempo para celebrarmos a família, os amigos, a abundância, a vida e o início de um novo ano.
Celebramos a energia do inverno, do frio, do gelo. Celebramos o recolhimento e o acolhimento umas vezes em solitude outras em partilha.
Este é o tempo para começarmos a planear o novo ano e despertarmos para a cocriação de novos sonhos, projetos e ideias.
Nesta altura construímos a nossa “caixa dos sonhos” ou um “vision map” que poderá ser pessoal, familiar, empresarial, profissional, isto porque, Yule representa o reencontro com as nossas esperanças.
Em recolhimento conectamo-nos com a Deusa Cale do Ar, A Deusa Ana e deixamos ir o velho e trazemos a nós a energia e as medicinas do ar e do Norte, dos ventos de mudança, da inspiração, da clarividência, da intuição e do movimento da dança da vida.
Trazemos até nós a visão panorâmica e periscópica da Águia, do Falcão, dos Silfos, a visão do todo em expansão.
Invocamos o apoio da Hespéride Germana e da Moura Tecedeira que tece os fios etéricos da vida, para nos ajudar a tecer uma nova promessa de ideias, projetos e sonhos, a concretizar durante o próximo ano.
Sendo ainda um tempo de recolhimento, também é altura de contacto com a nossa sombra e pedir á Deusa Negra que nos apoie na tomada de consciência de padrões, crenças, atitudes, formas de pensar, ser, estar e existir que já não servem o nosso bem maior, deixando que o nosso caldeirão alquímico do subconsciente consiga transformar, dores em Dons, velho em novo e que o despertar a nossa criança interior nos permita uma transformação em seres mais leves, alegres, plenos e harmoniosos.
É tempo de nos autorizarmos a renascer numa nova e melhor versão de nós mesmos.
Nesta altura decoramos o nosso altar com as cores cinza prata, azul anil e partilhamos oferendas de frutos secos e romãs. Continuamos a honrar as tradições e os conhecimentos da sabedoria ancestral e a dar atenção aos entes queridos que partiram.
Este é o tempo para agradecer, honrar e libertar a ancestralidade e apoiar as almas no seu renascimento e fusão com a Luz, com a energia cósmica e divina.

Esta também é a altura de honrar, decorar e sacralizar a árvore do Pinheiro, árvore sagrada e das mais antigas no planeta terra, que representa a vida e a imortalidade, mas também o azevinho, símbolo de paz e proteção com as suas bagas vermelhas que representam o sangue sagrado da mulher.

Por fim, este também é o tempo para nos dedicarmos a consulta dos oráculos, da bola de cristal ou do mapa astral.
Tempo para escrever um diário onde registamos a nossa caminhada, projetos, sonhos premonitórios, dificuldades e estratégias para vencer as diversidade do destino.
Tempo para dançar a transformação e o renascimento.

Mariette Capinha

Yule - 21 ou 22 de Dezembro - Solstício de Inverno

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IMBOLC


O Imbolc é uma das 8 celebrações da roda do ano celta
,

No dia 1de Fevereiro, a meio do inverno, quando a terra se está recuperando, o Sol se fortalecendo e a natureza se preparando para a chegada da Primavera, festejamos o regresso da Donzela Menina e as Bênçãos da Deusa Tríplice, Iria Brígida.
Festejamos a alegria de ver a natureza despertando do sono de Inverno, envolvendo-nos num manto verde de cura, força e rejuvenescimento.
Imbolc inicia um novo ciclo de plantio e de vida.
É o tempo em que Perséfone começa a preparar-se para regressar do infra mundo,
trazendo novamente a alegria e a força da natureza, que se prepara para começar a gerar vida e abundância.
A natureza desperta e a luz progressivamente vai-se instalando e expandindo.
Do interior da terra começam a germinar as primeiras sementes, que graças a forças secretas, em breve nos irão abençoar com uma nova primavera.
Este é o tempo de novos começos e o tempo de iniciar novos projetos.
É tempo de nos libertarmos e purificarmos da escuridão e solidão do inverno.
É tempo de abrir as janelas e deixar entrar o ar fresco da vida.
É tempo de insuflar o nosso fogo interior, o fogo da inspiração, da transmutação, dos talentos, da paixão, das artes e ofícios e o poder da forja que tudo transforma em abundância.
Com Imbolc chegam as medicinas do Este e do elemento Fogo.
As medicinas dos animais sagrados, o poder da renovação da cobra, a nutrição da vaca, a intuição e liberdade do lobo e a pureza do Cisne que representa a união entre o fogo e a água.
Imbolc representa força, coragem e capacidade de sonhar e acreditar.
Representa a donzela menina, Iria Brígida, a Lua em quarto crescente e a pré-menstruação do ciclo feminino.
É tempo de trazer a esperança ao nosso coração e começarmos a limpar os nossos úteros para gerarmos novos projetos, ideias e quem sabe vida.
É tempo para abençoar os nossos úteros e prepará-los para um futuro
Mariette Capinha

Imbolc - 1 ou 2 de Fevereiro

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OSTARA

 

Ostara é uma das 8 celebrações da roda do ano celta,

Dia 21 de Março comemoramos a chegada da grande Mãe do fogo, da Luz e da fertilidade.

Comemoramos a chegada do Equinócio da Primavera, que significa o fim do Inverno e o início de uma nova Estação.

Ostara é o festival em que celebramos a chegada do Sol, dos pássaros migratórios, dos animais que despertam do seu sono de inverno e deixam suas tocas.

É o tempo de celebrar as Deusas Solares que representam a Lua receptiva e o Sol que irradia.

Deusas férteis, deusas de força, coragem, movimento e ação.

É tempo de celebrar Aurora, Deusa do parto que dá á o Sol a cada manhã,
Ártemis e Trebaruna, Deusas dos animais, dos prados e da floresta e
Marciana, senhora da Aveleira, árvore sagrada.

Em Ostara, somos convidados a revolver a terra e semearmos a alegria, o amor, as metas, os objectivos e a vida.

Recebemos e integramos em nós, a energia da Donzela exploradora, livre, entusiasta, curiosa, firme na sua verdade, convicções e essência.

Do interior da terra sobe a força da seiva e o despertar da natureza surpreende-nos com o colorido e os aromas das flores primaveris.

É nesta altura que a nossa energia desperta e o movimento da vida recomeça.

As Deusas solares trazem a energia do fogo, o fogo do Sol, o fogo do útero, o fogo do interior da terra, o fogo da mente, o fogo físico e da matéria, o fogo emocional, o fogo do entusiasmo, o fogo do espírito e o fogo da Kundalini

Acendem-se fogueiras ao nascer do Sol, os sinos tocam e é tempo de pintar e decorar ovos cozidos que representam a Deusa da Fertilidade, símbolo de toda a criação, dos nossos projectos e intenções.

Pintamos ovos cozidos e fazemos pedidos de prosperidade, fertilidade e abundância.

Uma das Deusas solares cultuada e Eostre, que significa Deusa da Aurora, símbolo de ressurreição e renascimento.

A Deusa Eostre é sempre retratada com coelhos e Lebres a sua volta, símbolos de fertilidade da Deusa.

Tal como a Lua, também o ciclo de gestação dos coelhos tem 28 dias de lunação.

Ostara, é tempo de renovação e de plantar novas sementes para que o novo nasça em nossas vidas.

Este é o tempo de fazer oferendas de pão e bolos e fazer piqueniques na natureza.

Feliz Ostara!

Mariette Capinha

 

Ostara - 21 ou 22 de Março - Equinócio da Primavera

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BELTANE


O Beltane é uma das 8 celebrações da roda do ano celta
,

Beltane - 30 Abril ou 1 de Maio

LITHA


O Litha é uma das 8 celebrações da roda do ano celta
,

Litha - 21 ou 22 de Junho - Solstício de Verão

LAMMAS

O Lammas é uma das 8 celebrações da roda do ano celta,

Lammas - 1 ou 2 de Agosto

MABON 


O Mabon é uma das 8 celebrações da roda do ano celta
,

Nesta época do ano ê tempo para:

🍁Regresso às aulas e compra de material escolar novo,

🍁Guardar as roupas da estação quente e comprar novas para a estação fria, 

 🍁É tempo de iniciar novamente a correria das rotinas que nos esgotam as energias,

🍁É tempo de comprar mais tralha e pagar contas.

🍁 É tempo para concluir o ainda não terminado…

🧙‍♀️MABON diz-nos outra coisa… 

Diz-nos que é tempo para:

🙏Parar e agradecer,

🍂Agradecer os projetos concretizados, os sonhos realizados, as metas atingidas,

🍂 Agradecer o nosso despertar e crescimento pessoal e não só o académico e profissional. 

🍂É tempo para reciclar e doar o que já não nos faz falta em vez de acumular tralha, 

🍂Transformar uva em vinho, fruta fresca em calda e conservas, tomate em doce, figos e ameixas frescas em frutos secos…

🍂É tempo para conviver, reunir com a família e amigos e comemorar a abundância…

🧙‍♀️MABON questiona-nos se queremos continuamos a ser e a viver o “mais do mesmo”. 

☔️A Época em que vivemos aconselha-nos: 

A recomeçar a vida agitada e sem nexo, cujos objectivos são sempre ser mais produtivos, competitivos, e pessoas felizes, realizadas e de sucesso como nos filmes e nas redes sociais… o que por vezes são objectivos inconciliáveis… 

Incentiva a comparação com o outro pelo ter e ser perfeito, pede-nos para sermos competitivos em vez de generosos… mas…

🧙‍♀️MABON pede reflexão…

🧙‍♀️MABON  convida-nos a vivermos a nossa verdade e começar a tecer a teia da vida de forma saudável, equilibrada e mais humana…

 🧙‍♀️MABON é mindfulness 

É tempo para viver o presente e olhar para a árvore da vida não como uma jóia que usamos ao pescoço e que nos transformamos…

Mas sim como a jóia que somos em essência e em verdade. 

Mabon - 21 ou 22 de Setembro - Equinócio de Outono

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